quinta-feira, 17 de julho de 2008
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Puritano
Além de me corrigir nos momentos mais inoportunos e de me sugerir não iniciar as frases com o pronome oblíquo, mesmo após o célebre "me dá um cigarro", o word não aceita eu incluir palavras de baixo calão, como "merda" ou "puto". Detalhe, ambas estão dicionarizadas no Aurélio.
terça-feira, 15 de julho de 2008
domingo, 13 de julho de 2008
Entre mim e você
O altruísmo não existe. (Optei por começar esse pensamento com uma afirmação simples, em vez de fazer uma pergunta que apenas tiraria a negativa e tascaria uma interrogação ao fim da frase. Mas a questão continua. Obviamente cada um tem a sua opinião sobre o assunto, e eu só quis criar uma polêmica - ou simplesmente não seja fã de começar um texto com uma pergunta, como categoricamente me disse um amigo meu. Isso não importa e só demonstra que fiz esse parágrafo como nariz-de-cera).
Não foi Nietzsche quem disse que somos apenas egoístas? Bem, se não disse, o bigodudo deve ter pensado. É bem a cara do filósofo mais destruidor dos últimos séculos dizer que até os gestos mais bondosos, em que, em tese, fazemos em prol dos demais, o fazemos apenas para inflar, mesmo que intimamento, o nosso ego.
Claro que esse raciocínio tem via dupla - e por isso a escolha da frase inicial é aleatória, como expliquei no primeiro parágrafo. Ou seja, mesmo quando age simplesmente em prol de si mesmo, ele pode argumentar, filosoficamente, que estava agindo para tentar diminuir o ego do outro, ou que qualquer ajuda seria demonstrar como ele próprio se sente superior ao outro, ou ainda que ele não se sente capaz de auxiliar ninguém em nada.
A questão, provavelmente, é outra. Seria tão ruim o egoismo? Se o altruísmo não existe mesmo, como proposto aleatoriamente no início do texto, todas ações seriam egoísticas, ou seja, feitas sempre em prol de si mesmo. Bastaria a nós tentar diferenciar cada uma delas e separá-las em três grupos, as inócuas, as produtivas e as venenosas.
Mas, diferente do que foi dito até agora, proponho que o altruísmo exista, sim, mas apenas como utopia. Aconteceria quando alguém agisse sem pensar nas conseqüências de suas atitudes, sem imaginar ou esperar um bem das próprias ações. Ou seja, quando alguém é inocente, no sentido que a palavra tem de "não contaminado". Algo que só as crianças - de todas as idades - seriam capazes. Por isso a "utopia".
Dá para montar um esquema em que as atitudes são divididas em (a) impulso inicial, (b) ato em si, (c) conseqüência. (b) geralmente não muda, é um produto de (a) com (c). Se agirmos sem pensar em (c), estamos sendo altruístas. Mas para interromper essa história, porque isso daria um artigo enorme, fica uma pergunta: e quem é que consegue fazer isso?
Não foi Nietzsche quem disse que somos apenas egoístas? Bem, se não disse, o bigodudo deve ter pensado. É bem a cara do filósofo mais destruidor dos últimos séculos dizer que até os gestos mais bondosos, em que, em tese, fazemos em prol dos demais, o fazemos apenas para inflar, mesmo que intimamento, o nosso ego.
Claro que esse raciocínio tem via dupla - e por isso a escolha da frase inicial é aleatória, como expliquei no primeiro parágrafo. Ou seja, mesmo quando age simplesmente em prol de si mesmo, ele pode argumentar, filosoficamente, que estava agindo para tentar diminuir o ego do outro, ou que qualquer ajuda seria demonstrar como ele próprio se sente superior ao outro, ou ainda que ele não se sente capaz de auxiliar ninguém em nada.
A questão, provavelmente, é outra. Seria tão ruim o egoismo? Se o altruísmo não existe mesmo, como proposto aleatoriamente no início do texto, todas ações seriam egoísticas, ou seja, feitas sempre em prol de si mesmo. Bastaria a nós tentar diferenciar cada uma delas e separá-las em três grupos, as inócuas, as produtivas e as venenosas.
Mas, diferente do que foi dito até agora, proponho que o altruísmo exista, sim, mas apenas como utopia. Aconteceria quando alguém agisse sem pensar nas conseqüências de suas atitudes, sem imaginar ou esperar um bem das próprias ações. Ou seja, quando alguém é inocente, no sentido que a palavra tem de "não contaminado". Algo que só as crianças - de todas as idades - seriam capazes. Por isso a "utopia".
Dá para montar um esquema em que as atitudes são divididas em (a) impulso inicial, (b) ato em si, (c) conseqüência. (b) geralmente não muda, é um produto de (a) com (c). Se agirmos sem pensar em (c), estamos sendo altruístas. Mas para interromper essa história, porque isso daria um artigo enorme, fica uma pergunta: e quem é que consegue fazer isso?
quarta-feira, 9 de julho de 2008
Sem parar
"It's sort of bittersweet for me because I've made my fifth Olympic team, but I'm going to be away from my daughter for a month and that's really hard emotionally. But I'm happy to be going to Beijing", said Dara Torres, 41.
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